sexta-feira, 14 de março de 2014

TEOLOGIA ARMINIANA: GRAÇA PREVENIENTE



A graça comum tem sido às vezes chamada de preveniente (graça que vem antes). Provavelmente, devemos restringir o termo “graça preveniente” aos aspectos da graça infinita de Deus, que vêm antes da salvação e preparam a alma para receber a graça salvadora.
Graça preveniente ou preliminar de Deus é aquela que o Espírito Santo providencia enquanto prepara uma pessoa para experimentar o nascimento espiritual. Essa preparação para o arrependimento combina misericórdia com bondade, disciplina, e providência divina para ajudar a pessoa a entender, reconhecer e responder à graça de Deus, alcançando dessa forma a salvação.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Os Cinco Pontos do Arminianismo





I. O primeiro decreto absoluto de Deus sobre a Salvação do pecador é aquele pelo qual decretou que nomeava seu Filho Jesus Cristo mediador, redentor, salvador, sacerdote e rei [...]


II. O Segundo decreto exato e absoluto de Deus é aquele pelo qual decretou que receberia em favor aqueles que se arrependessem e cressem e que, em Cristo [...] se cumpriria a salvação dos penitentes e crentes que perseverassem até o fim; mas que deixaria em pecado e sob a ira todos os impenitentes e incrédulos e os condenaria pela alienação a Cristo.


III. O terceiro decreto divino é aquele pelo qual Deus decretou que administraria de modo suficiente e eficaz os meios que eram necessários ao arrependimento e à fé [...].


IV. Depois desses, segue-se o quarto decreto pelo qual Deus decretou a Salvação ou a perdição das pessoas. Esse decreto se fundamenta na presciência de Deus, pela qual desde a eternidade ele sempre soube quais os indivíduos que, pela graça [previniente], creriam e, pela graça subseqüente, perseverariam.


V.  Que os verdadeiros cristãos tinham força suficiente, através da graça divina, para enfrentar Satanás, o pecado, o mundo, sua própria carne, e a todos vencê-los; mas que se por negligência eles pudessem se apostatar da verdadeira fé, perder a felicidade de uma boa consciência e deixar de ter essa graça, tal assunto deveria ser mais abundantemente investigado de acordo com as Sagradas Escrituras



nota: Armínio entendia que a questão do cair da graça demandava um estudo posterior. Os remostrantes por sua vez [ grande parte deles ] entenderam que um verdadeiro crente poderia apostatar, tornando-se dessa forma o quinto ponto supracitado.


Bibliografia:

OLSON, Roger. História da Teologia Cristã, São Paulo, editora Vida, 2001. P. 479.
OLSON, Roger. Teologia Arminiana: Mitos e Realidades, São Paulo, editora Reflexão, 2013. p. 41